Yago 8º anos A B C e D Tarde

 

Yago

 42ª Semana (13 a 17 de dezembro) 

Clique no link abaixo: 

https://drive.google.com/file/d/17qtc-JjNdjej9ubB3ZtvSpvuMCuyJGDb/view?usp=sharing


 41ª Semana (6 a 10 de dezembro) 

Clique no link abaixo: 

https://docs.google.com/document/d/1Gw46erk1dqgKU2Czvof7r207nf7dePmT/edit?usp=sharing&ouid=108581519925303037768&rtpof=true&sd=true


 40ª Semana (29 de novembro a 03 de dezembro) 

Olá, alunos!

Nesta semana, responderemos uma atividade de revisão.


– LEITURA DO TEXTO “A MENSAGEM NA GARRAFA”, NAS PÁGINAS 184 A 186.

- EXPLORAÇÃO DO TEXTO: QUESTÕES 1, 2, 3 E 4, NAS PÁGINAS 187.


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 39ª Semana (22 a 26 de novembro) 

Clique no link abaixo: 

https://drive.google.com/file/d/157MDSd5vjpwvlunVE_mEcaqGyhu2Ohxb/view?usp=sharing


 38ª Semana (15 a 19 de novembro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Começamos mais uma semana de estudos.

Bons estudos!

Assista ao vídeo abaixo:


Escreva um texto curto, onde sua impressão acerca desse vídeo seja apresentada.
O que você sentiu ao assistir a essa cena?
Você já presenciou ou sofreu algo assim?
Como podemos combater o racismo?

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 37ª Semana (08 a 12 de novembro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Começamos mais uma semana de estudos.

Bons estudos!


Assista ao vídeo sobre Racismo, publicado pelo canal Brasil Escola.

Assistindo ao vídeo, você acompanhou a explicação do que significa o conceito de racismo, bem como explicações sobre preconceito e discriminação. Depois de concluído o vídeo, reflita sobre o que foi dito pelo professor sobre as práticas de racismo no dia a dia. Sua atividade será escrever sobre os tipos de racismo apresentados no vídeo. Reflita e escreva sobre isso.

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 36ª Semana (01 a 05 de novembro) 

Abertura da aula:

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!
Começamos mais uma semana de estudos.
Bons estudos!

Atividade da
Semana:

Escolha um filme, música, série de tevê, livro, vídeo ou game que você gosta e produza uma
pequena Resenha apresentando um pouco sobre o que foi escolhido. Não basta fazer um
resumo da estória, você também precisa manifestar a sua opinião sobre o objeto cultural,
destacando os pontos positivos e negativos.

Atividade
Avaliativa:

Resenha no caderno, com no mínimo 10 linhas.

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 35ª Semana (24 a 29 de outubro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Começamos mais uma semana de estudos.

Bons estudos!

Leitura do texto “Eu sei, mas não devia”, apresentado nas páginas 66 e 67 do livro didático de língua portuguesa.

Copie e responda em seu caderno as questões da página 68 (1, 2, 3, 4 e 5)

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 34ª Semana (18 a 22 de outubro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!
Começamos mais uma semana de estudos. 
Bons estudos!

1. Lemos uma história em quadrinhos produzida por Mauricio de Sousa. Você conhece o personagem?

2. Qual o assunto da conversa entre os personagens?

3. Onde acontece a conversa?

4. O que causa humor nessa tirinha?

5. Você percebeu uma característica na fala do Chico Bento que lhe chamou atenção? O que pode explicar isso?

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 33ª Semana (11 a 15 de outubro) 

Clique no link abaixo: 

https://drive.google.com/file/d/1TM275YFC9f6KzbO9h8Ca263zg9hAt90s/view?usp=sharing



 32ª Semana (04 a 8 de outubro) 

Clique no link abaixo: 

https://drive.google.com/file/d/1VceSEywouKpvXu8L50mXlH91tiZ95Joa/view?usp=sharing



 31ª Semana (27 de setembro a 01 de outubro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

No momento, nosso retorno híbrido não foi possível. Por conta disso, continuaremos com nossas atividades domiciliares.

Espero que estejam bem e com saúde!

Abraço e até mais!

Após a leitura da História em Quadrinhos, reflita sobre a leitura e responda as questões abaixo:

1. Na opinião de Armandinho, o sapo é o melhor amigo do homem. Sabemos que, historicamente, os homens consideram outro animal como seu melhor amigo. Que animal é esse?

2. Qual a justificativa utilizada pela mulher para convencer Armandinho de que o cachorro é o melhor amigo do homem?

3. Armandinho diz que não tem amigos por interesse. Por que ele respondeu dessa maneira ao que foi perguntado?

4. Na sua opinião, Armandinho está correto em sua forma de ter amigos?

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 30ª Semana (20 a 24 de setembro) 

O tempo transforma, a memória preserva, a morte ao fim absorve. 

(Ou devo escrever “absolve”?)

Se tivéssemos consciência de que estamos em transformação, de que tudo é passageiro e pode acabar em alguns minutos – os anos, ou décadas que seja –, não suportaríamos a pressão, não haveria espaço emocional para viver com certa normalidade.

- Viver é estar num campo de batalha, as metralhadoras disparando o tempo todo. Atingem desconhecidos, ou alguém bem longe, mais próximo, ou no nosso lado. Um dia os atingidos seremos nós.

Porque tudo se vai e se transforma, eventualmente nos damos conta da importância máxima das coisas mínimas. É como escutar, num segundo de vigília no meio do sono, a respiração do mar. 

Porque o tempo passa é que tudo se torna tão precioso. Porque estamos sempre nos despedindo – dessa luz, dessa paisagem, dessa rua, desse rosto, desse momento e de nós mesmos nesse momento –, tudo assume uma extraordinária importância. Não é coisa para sentirmos constantemente, mas nas horas em que a alma se expande saímos do fútil para o singular – e vemos como somos especiais.

Dizendo: eu sou esse, não outro; meu jeito é assim, essa é a minha voz, isso eu quero, não o que os outros esperam de mim. E, se não faço mal a ninguém, eu vou por esse caminho. 

Viver é sentir a transformação do encanto esplêndido da juventude na potente força da maturidade, e depois na beleza peculiar da velhice.

Uma coisa não podemos perder, e se perdemos vamos recuperar, e se nunca tivemos é preciso aprender: o humor, sem o qual tudo acaba com cheiro de naftalina em armários longamente fechados.

A vida é uma casa que construímos com as próprias mãos, criando calos, esfolando joelhos, respirando poeira. Levantamos alicerces, paredes, aberturas e telhado. Podem ser janelas amplas para enxergar o mundo, ou estreitas para nos isolarmos dele. Pode haver jardins, pátio, por pequenos que sejam, com flores, com balanços, para a alegria; ou só com lajes frias, para melancolia.

Vendavais e terremotos abalam qualquer estrutura, mas ainda estaremos nela, e ainda poderemos consertar o que se desarrumou.

Mas se nos submetemos a padrões muito rígidos, se nos considerarmos injustiçados, vamos acabar sendo aqueles chatos, cobradores, queixosos, que nós mesmos tanto reprovamos. É natural que o isolamento – por nós mesmos urdido – se instale, e fiquemos insuportáveis até para quem nos ama.

Teremos construído caprichosamente uma solidão.

Texto de Lya Luft

LUFT, Lya. O tempo é um rio que corre. Rio de Janeiro: Record, 2014.


Após a leitura do texto, reflita sobre a leitura e responda as questões abaixo:

1. O texto nos permite refletir acerca da vida e da passagem do tempo. Como podemos viver tendo em vista a busca pela felicidade?

2. Para Lya Luft, uma coisa não podemos perder ao longo de nossa vida. Que coisa é essa?

3. Como podemos evitar uma vida solitária, de acordo com o texto?

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 29ª Semana (13 a 17 de setembro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Que o mês de setembro nos traga esperança para o início do nosso retorno híbrido!

Leitura da seção “Entrevista sobre aparência”, nas páginas 38 e 39.

Escreva e responda no caderno as questões 1 e 2, nas páginas 39.

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 28ª Semana (06 a 10 de setembro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Que o mês de setembro nos traga esperança para o início do nosso retorno híbrido!


- Atividade para a turma 7C:

Leitura do texto “A terra devastada”, das páginas 32 a 35.


- Atividade para as turmas 8B e 8C:

Leitura dos textos das páginas 33 e 34.


Atividade Avaliativa:

- Estudo do texto para a turma 7C:

Escreva e responda no caderno as questões 1 a 5, da página 36.

- Estudo do texto para as turmas 8B e 8C:

Escreva e responda no caderno as questões 1 a 8, das páginas 35 e 36.



 27ª Semana (30 de agosto a 03 de setembro) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Um ótimo recomeço de semestre para todos e todas de nossa escola. 

Muito bom retomar o nosso contato de aprendizagem.

Leia a letra de canção abaixo:

Semente do Amanhã (Nunca Pare de Sonhar)

Gonzaguinha


Ontem um menino que brincava me falou

que hoje é semente do amanhã...

Para não ter medo que este tempo vai passar...

Não se desespere não, nem pare de sonhar

Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs...

Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar!

Fé na vida,

Fé no homem, fé no que virá!

nós podemos tudo,

Nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será


Assista o vídeo da canção:


Produção textual
Escreva um pequeno texto relacionando o sentimento de esperança que a letra da canção nos transmite, com o que você espera do amanhã, do futuro, do novo tempo que nos espera. 
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 26ª Semana (23 a 27 de agosto) 

Leia o poema abaixo:

O tempo

Mário Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal…

Quando se vê, já terminou o ano…

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado…

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…

Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.


Estudo do texto

Responda as questões abaixo:

1. Este poema fala do tempo. Como você entende a passagem do tempo apresentada no

poema? Você se sente como o eu-lírico?

2. O verso: “não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo” parece servir de

conselho para os leitores desse poema. Você concorda com o que é dito?

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 25ª Semana (16 a 20 de agosto) 

Leia a reportagem abaixo, retirada do jornal O Povo, do dia 09 de agosto de 2021


Estudo do texto

 Responda as questões abaixo:

 

  1. Do que trata essa reportagem? Qual seu assunto principal? 
  1. No título da reportagem: “Incêndios arrasam ilha na Grécia”, qual o sentido do verbo arrasam? 
  1. Qual a função comunicativa da fotografia reproduzida acima do texto da reportagem? 
  1. A reportagem informa que “as chamas devastaram 56 mil hectares nos últimos dez dias na Grécia”. Qual a fonte desse dado? 
  1. Quais países, além da Grécia, enfrentam esses incêndios florestais? 
  1. Os especialistas relacionam as ondas de calor e as altas temperaturas enfrentadas por esses países à qual problema ambiental?

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 24ª Semana (09 a 13 de agosto) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Um ótimo recomeço de semestre para todos e todas de nossa escola.

Muito bom retomar o nosso contato de aprendizagem.


Leia o poema abaixo:

Não te rendas

Mario Benedetti


Não te rendas que a vida é isso,

continuar a viagem,

perseguir os teus sonhos,

destravar os tempos,

arrumar os escombros,

e destapar o céu.


Não te rendas, por favor, não cedas,

ainda que o frio queime,

ainda que o medo morda,

ainda que o sol se esconda,

e se cale o vento:

ainda há fogo na tua alma

ainda existe vida nos teus sonhos.


Abrir as portas,

tirar os ferrolhos,

abandonar as muralhas que te protegeram,

viver a vida e aceitar o desafio,

recuperar o riso,

ensaiar um canto,

baixar a guarda e estender as mãos,

abrir as asas

e tentar de novo

celebrar a vida e relançar-se no infinito.

Após a leitura atenta do poema acima, escreva um pequeno texto apresentando a sua compreensão acerca do que o texto despertou em você. “Não te rendas” é um título e ao mesmo tempo um recado, uma orientação, uma ordem, um conselho.

Na nossa vida, passamos por muitos desafios e dificuldades. Muitas vezes pensamos em desistir de tudo o que nos assusta e impõe trabalho. Pense nisso e aponte na sua produção textual, exemplos de situações para as quais não podemos nos render.

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 23ª Semana (02 a 06 de agosto) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Um ótimo recomeço de semestre de aulas.

Muito bom retomar o nosso contato de aprendizagem. 


Leia a letra da canção abaixo:

A vida é um rio

Estamos no mesmo barco

Remaremos juntos

Para onde vai esse rio

Ainda não sabemos

Mas, remaremos juntos

Ainda temos estrelas para alcançar

Sonhos para sonhar

Flores para regar

Mas, precisamos fazer isso juntos

E vamos fazer isso juntos

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos jamais

Oh, oh, oh, oh

Se a gente falar menos e agir mais

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos jamais

Oh, oh, oh, oh

Se a gente falar menos e agir mais

A vida é um rio

Estamos no mesmo barco

Remaremos juntos

Para onde vai esse rio

Ainda não sabemos

Mas, remaremos juntos

Ainda temos estrelas para alcançar

Sonhos para sonhar

Flores para regar

Mas, precisamos fazer isso juntos

E vamos fazer isso juntos

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos jamais

Oh, oh, oh, oh

Se a gente falar menos e agir mais

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos jamais

Oh, oh, oh, oh

Se a gente falar menos

E se a correnteza

Mudar nosso caminho

É só olhar pro céu

Não estamos sozinhos não

E se a correnteza

Mudar nosso caminho

É só olhar pro céu

Não estamos sozinhos não

Não seremos os mesmos jamais

Se a gente falar menos e agir mais

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos (Jamais)

Oh, oh, oh, oh

Se a gente falar menos e agir mais

Se a gente falar menos

Se a gente falar menos e agir mais

Oh, oh, oh, oh, oh

Oh, oh, oh, oh

Não seremos os mesmos jamais

Se a gente falar menos e agir mais

Fonte: Musixmatch

Compositores: Bruno Caliman / Lucas Gonçalves / Raffa Torres


Agora, execute o vídeo dessa canção, no link abaixo:


Escreva um pequeno texto relacionando o que é apresentado nos versos da canção com os

desafios diários que precisamos enfrentar, nos últimos tempos.


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 22ª Semana (29 a 30 de julho) 

Esta semana será reservada para realização da avaliação da OBMEP 2021. 

As orientações e link da avaliação estão disponibilizadas no grupo de WhatsApp da escola. 


 21ª Semana (21 a 25 de junho) 

Olá, queridos alunos!

Chegamos a última semana de nosso semestre. Esta semana  está  reservada para atualização e recuperação de  atividades  do segundo  bimestre. 

 Obs.: 

 Entre em contato diretamente com seu professor pra maiores detalhes. 


Bom Estudo e Boas férias!!!




 19ª Semana (07 a 11 de junho) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos! Que junho nos traga muito aprendizado, saúde e paz. Boa aula e bons estudos!

No dia 8 de junho, é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos. Muito do nosso dia a dia depende da saúde dos oceanos do nosso planeta. Você sabia disso? Para ficar um pouco mais informado sobre o assunto, compartilho o endereço de um artigo publicado no site da ONG WWF, escrito por Douglas Santos. Confira a seguir! Leia o artigo disponível no link abaixo:

 https://www.wwf.org.br/informacoes/sala_de_imprensa/?71543/Dia-Mundial-dos-Oceanos 

Escreva um resumo com as principais informações apresentadas no texto que você leu. Em seguida, registre com suas palavras, o que podemos fazer para ajudarmos na defesa e proteção dos nossos oceanos. ENVIE A ATIVIDADE PARA O PROFESSOR DA SUA TURMA!


 18ª Semana (31 de maio a 04 de junho) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Que junho nos traga muito aprendizado, saúde e paz.

Boa aula e bons estudos!

1. Por qual motivo o menino resolveu escrever um cartão para sua mãe?

2. Qual mensagem foi escrita por ele no cartão para sua mãe? Use aspas (“...”) para transcrever a mensagem do garoto.

3. No terceiro quadrinho, vemos que o menino deu uma justificativa bem estranha, para o seu desejo de que a mãe ficasse bem logo. Como você avalia os motivos que ele citou?

4. O cartão é finalizado com a despedida e a assinatura do menino: “Com amor, Calvin”. Pensando na sua relação com sua mãe, seus pais, seus responsáveis, você diria que seu amor é cheio de interesses pessoais como o amor de Calvin por sua mãe?

5. Maio é o mês das mães e o mês das mulheres. Escreva um pouco sobre a sua relação com sua mãe e com as mulheres de sua família.

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 17ª Semana (24 a 28 de maio) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

 

Para finalizarmos o mês de maio, proponho a realização da atividade parcial, logo abaixo.

Desejo saúde e paz a cada aluno, aluna, familiar e responsável!

Abraço virtual.

 Vamos à aula?

Confira abaixo.


1. Observe a fisionomia da mãe de Mafalda no último quadrinho. Em seguida, comente sobre a referida reação. Descreva o que a expressão da mãe de Mafalda nos revela.
2. Marque a opção correta. A tira em questão tem fim:
a) humorístico
b) jornalístico
c) publicitário
d) didático
3. O que Mafalda recusava receber de Manolito?
4. No terceiro quadrinho, vemos que Mafalda recebe o caramelo oferecido por Manolito. Observando a expressão facial da personagem, o que podemos perceber?
5. O que Mafalda quis revelar ao dizer “Mas no fim do mês você se entende com ele, tá?” no último quadrinho da tirinha?

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 16ª Semana(17 a 21 de maio) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Peço, por gentileza, que utilizem o livro didático de português para a realização da aula dessa semana.

Vamos à aula?

Confira abaixo.

Atividade Recursos Expressivos: Página 17;

Questões 1, 2 e 3.

Escreva apenas o cabeçalho e as respostas das questões no seu caderno.

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 15ª Semana (10 a 14 de maio) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Peço, por gentileza, que utilizem o livro didático de português para a realização da aula dessa semana.

Vamos à aula?

Confira abaixo.

Façam a Leitura 1, das páginas 12 e 13.

Depois de ler o texto, responda no caderno as questões de 1 a 11, das páginas 14, 15 e 16.

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 14ª Semana (03 a 07 de maio) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

Espero que estejam todos bem e com saúde.

Cuidem-se!

Vamos à aula dessa semana?

Confira abaixo.

Leia o Conto a seguir:

Pescaria

Um homem que se preocupava demais com coisas sem importância acabou ficando com a cabeça cheia de minhocas. Um amigo lhe deu então uma ideia de usar as minhocas numa pescaria para se distrair das preocupações.

O homem se distraiu tanto pescando que sua cabeça ficou leve como um balão. E foi subindo pelo ar até sumir nas nuvens. Onde será que foi parar?

Não sei, nem quero me preocupar com isso. Vou mais é pescar.

PAES, José Paulo. Pescaria. In: ______. Palavra de poeta. São Paulo: Ática, 2002


Depois de lido o conto, responda no caderno as questões abaixo:

1) No verso “acabou ficando com a cabeça cheia de minhocas”, essa expressão grifada poderia ser substituída por:

a) minhocas penduradas nos cabelos.

b) muitas dores na cabeça.

c) a cabeça cheia de preocupações.

d) muitas preocupações com as minhocas.

2) A cabeça do homem ficou leve. A pescaria contribuiu para ele:

a) livrar-se dos problemas.

b) livrar-se das minhocas.

c) aprender a pescar.

d) esquecer quem ele era.

3) De acordo com o texto, qual foi a ideia que um amigo deu-lhe?

4) O homem se distraiu tanto pescando, como ficou a cabeça dele?

5) A pescaria foi tão boa para o homem que vivia com minhocas na cabeça, que suas preocupações acabaram. O que o amigo dele faz toda vez que fica preocupado?

6) Quem é o autor do texto?

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 13ª Semana (26 a 30 de abril) 

Olá, prezadas alunas e prezados alunos!

No dia 22 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Terra.

Nessa data, todo o mundo busca refletir qual a melhor forma de vivermos

no planeta sem danificarmos a natureza que nos abriga e dá sustento.

Quando cuidamos do planeta, cuidamos da vida humana!

Vamos à aula dessa semana?

Confira abaixo.

Atividade da Semana:

Assista ao vídeo de conscientização ambiental disponível abaixo. Depois de assistir, responda no caderno as questões abaixo:


1) Como você analisa a sua forma de se relacionar com o planeta? Você cuida do lugar onde vive?

2) Refletindo agora sobre os seus hábitos, você cuida direitinho do lixo que é produzido no seu dia-a-dia? Joga o lixo no lugar adequado? Economiza

água, energia, alimento e tudo aquilo que precisa para viver?

3) Você já conhecia a data do Dia Mundial da Terra? Se sim, onde foi? Se não, pesquise um pouco na internet a origem dessa data e sua importância para a defesa da nossa casa comum: o planeta. Escreva um pouco do que você descobriu sobre a data em sua pesquisa.

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 12ª Semana (19 a 23 de abril) 




Olá, queridos alunos! 

Por motivos de força maior, o blog não pôde ser atualizado do período de (16 de março a 16 de abril). Neste período, as atividades foram postadas nos grupos de Whatsapp de nossa escola. Caso tenha perdido alguma atividade nesse período, entre em contato diretamente com seu professor pelo Whatsapp. 


 7ª Semana (15 a 19 de março) 




 6ª Semana (08 a 012 de março) 



 5ª Semana (01 a 05 de março) 

- Olá! Estamos na semana de revisão.

 - Esta semana deve ser para colocar todas as tarefas atrasadas em dias.

- Consulte seus professores, através dos contatos de whatsapp, para confirmar sua situação.

- Caso já tenha entregado todas, aproveite para revisar os conteúdos estudados ou entre em contato com seu professor para receber atividades complementares.

Bom estudo!!! 



 4ª Semana (22 a 26 de Fevereiro) 
Que tal medirmos os nossos conhecimentos através de uma Avaliação Diagnóstica de Leitura e Compreensão de Textos?
Vamos lá!

Acesse o link abaixo e responda sua prova.

Boa prova e bom resultado a todos.


 3ª Semena (15 a 19 de fevereiro) 

Após a leitura do “Nas águas do tempo”, do premiado escritor africano Mia Couto, indicado para a aula passada, responderemos algumas questões de interpretação da leitura.
Para isso, releia o conto da aula passada e responda corretamente ao que se pede, logo abaixo:

Atividade de Interpretação Textual
1) No texto, somos apresentados a uma história mágica contada de avô para neto, a respeito de seres que não podem ser vistos pelos olhos do corpo, mas somente pelos olhos da alma. Sabendo disso, descreva em poucas linhas o que você entendeu sobre essa relação do homem com a natureza.
Escreva no mínimo 5 linhas!

 2ª Semana (08 a 12 de fevereiro) 


Leiam o conto “Nas águas do tempo”, do premiado escritor
africano Mia Couto.

Nas águas do tempo

Meu avô, nesses dias, me levava rio abaixo, enfilado em seu
pequeno concho. Ele remava, devagaroso, somente raspando o
remo na correnteza. O barquito cabecinhava, onda cá, onda lá,
parecendo ir mais sozinho que um tronco desabandonado.
 Mas vocês vão aonde?
Era a aflição de minha mãe. O velho sorria. Os dentes, nele, eram
um artigo indefinido. Vovô era dos que se calam por saber e
conversam mesmo sem nada falarem.
-Voltamos antes de um agorinha, respondia.
Nem eu sabia o que ele perseguia. Peixe não era. Porque a rede
ficava amolecendo o assento. Garantido era que, chegada a
incerta hora, o dia já crepusculando, ele me segurava a mão e me
puxava para a margem. A maneira como me apertava era a de um
cego desbengalado. No entanto, era ele quem me conduzia, um
passo à frente de mim. Eu me admirava da sua magreza direita,
todo ele musculíneo. O avô era um homem em flagrante infância,
sempre arrebatado pela novidade de viver.
Entrávamos no barquinho, nossos pés pareciam bater na barriga
de um tambor. A canoa solavanqueava, ensonada. Antes de
partir, o velho se debruçava sobre um dos lados e recolhia uma
aguinha com sua mão em concha, E eu lhe imitava.
-Sempre em favor da água, nunca esqueça!
Era sua advertência. Tirar água no sentido contrário ao da
corrente pode trazer desgraça. Não se pode contrariar os espíritos
que fluem.
Depois viajávamos até ao grande lago onde nosso pequeno rio

desaguava. Aquele era o lugar das interditas criaturas. Tudo o
que ali se exibia, afinal, se inventava de existir. Pois, naquele
lugar se perdia a fronteira entre água e terra. Aquelas inquietas
calmarias, sobre as águas nenufarfalhudas, nós éramos os únicos
que preponderávamos. Nosso barquito ficava ali, quieto,
sonecando no suave embalo. O avô, calado, espiava as
longínquas margens.
Tudo em volta mergulhava em cacimbações, sombras feitas da
própria luz, fosse ali a manhã eternamente ensonada. Ficávamos
assim, como em reza, tão quietos que parecíamos perfeitos.
De repente, meu avô se erguia no concho. Com o balanço quase o
barco nos deitava fora. O velho, excitado, acenava. Tirava seu
pano vermelho e agitava-o com decisão. A quem acenava ele?
Talvez era a ninguém. Nunca, nem por pinte, vislumbrei por ali
alma deste ou de outro mundo. Mas o avô acenava seu pano.
-Você não vê lá, na margem? por trás do cacimbo?
Eu não via. Mas ele insistia, desabotoando os nervos.
-Não é lá. É lááá. Não vê o pano branco, a dançar-se.
Para mim havia era a completa neblina e os receáveis aléns, onde
o horizonte se perde.
Meu velho, depois, perdia a miragem e se recolhia, encolhido no
seu silêncio. E regressávamos, viajando sem companhia de
palavra.
Em casa, minha mãe nos recebia com azedura. E muito me
proibia, nos próximos futuros. Não queria que fôssemos para o
lago, temia as ameaças que ali moravam. Primeiro, se zangava
com o avô, desconfiando dos seus não-propósitos. Mas depois, já
amolecida pela nossa chegada, ela ensaiava a brincadeira:
-Ao menos vissem o namwetxo moha! Ainda ganhávamos
vantagem de uma boa sorte...
O namwetxo moha era o fantasma que surgia à noite, feito só de
metades: um olho, uma perna, um braço. Nós éramos miúdos e
saíamos, aventurosos, procurando o moha. Mas nunca nos foi
visto tal monstro. Meu avô nos apoucava. Dizia ele que, ainda em
juventude, se tinha entrevisto com o tal semifulano. Invenção
dele, avisava minha mãe. Mas a nós, miudagens, nem nos
passava desejo de duvidar.
Certa vez, no lago proibido, eu e vovô aguardávamos o habitual
surgimento dos ditos panos. Estávamos na margem onde os
verdes se encaniçam, aflautinados. Dizem: o primeiro homem
nasceu de uma dessas canas. O primeiro homem? Para mim não
podia haver homem mais antigo que meu avô. Acontece que,
dessa vez, me apeteceu espreitar os pântanos. Queria subir à

margem, colocar pé em terra não-firme.
-Nunca! Nunca faça isso!
O ar dele era de maiores gravidades. Eu jamais assistira a um
semblante tão bravio em meu velho. Desculpei-me: que estava
descendo do barco mas era só um pedacito de tempo. Mas ele
ripostou:
-Neste lugar não há pedacitos. Todo o tempo, a partir daqui, são
eternidades.
Eu tinha um pé meio-fora do barco, procurando o fundo lodoso
da margem. Decidi me equilibrar, busquei chão para assentar o
pé. Sucedeu-me então que não encontrei nenhum fundo, minha
perna descia engolida pelo abismo. O velho acorreu-me e me
puxou. Mas a força que me sugava era maior que o nosso
esforço. Com a agitação, o barco virou e fomos dar com as costas
posteriores na água. Ficámos assim, lutando dentro do lago,
agarrados às abas da canoa. De repente, meu avô retirou o seu
pano do barco e começou a agitá-lo sobre a cabeça.
-Cumprimenta também, você!
Olhei a margem e não vi ninguém. Mas obedeci ao avô, acenando
sem convicções. Então, deu-se o espantável: subitamente,
deixámos de ser puxados para o fundo. O remoinho que nos
abismava se desfez em imediata calmaria. Voltámos ao barco e
respirámos os alívios gerais. Em silêncio, dividimos o trabalho do
regresso. Ao amarrar o barco, o velho me pediu:
-Não conte nada o que se passou. Nem a ninguém, ouviu?
Nessa noite, ele me explicou suas escondidas razões. Meus
ouvidos se arregalavam para lhe decifrar a voz rouca. Nem tudo
entendi. No mais ou menos, ele falou assim: nós temos olhos que
se abrem para dentro, esses que usamos para ver os sonhos. O
que acontece, meu filho, é que quase todos estão cegos, deixaram
de ver esses outros que nos visitam. Os outros? Sim, esses que
nos acenam da outra margem. E assim lhes causamos uma total
tristeza. Eu levo-lhe lá nos pântanos para que você aprenda a ver.
Não posso ser o último a ser visitado pelos panos.
-Me entende?
Menti que sim. Na tarde seguinte, o avô me levou uma vez mais
ao lago. Chegados à beira do poente ele ficou a espreitar. Mas o
tempo passou em desabitual demora. O avô se inquietava,
erguido na proa do barco, palma da mão apurando as vistas. Do
outro lado, havia menos que ninguém. Desta vez, bem o avô não
via mais que a enevoada solidão dos pântanos. De súbito, ele
interrompeu o nada:
-Fique aqui!

E saltou para a margem, me roubando o peito no susto. O avô
pisava os interditos territórios? Sim, frente ao meu espanto, ele
seguia em passo sabido. A canoa ficou balançando, em
desequilibrismo com meu peso ímpar. Presenciei o velho a
alonjar-se com a discrição de uma nuvem. Até que, entre a
neblina, ele se declinou em sonho, na margem da miragem.
Fiquei ali, com muito espanto, tremendo de um frio arrepioso.
Me recordo de ver uma garça de enorme brancura atravessar o
céu. Parecia uma seta trespassando os flancos da tarde, fazendo
sangrar todo o firmamento. Foi então que deparei na margem, do
outro lado do mundo, o pano branco. Pela primeira vez, eu
coincidia com meu avô na visão do pano. Enquanto ainda me
duvidava foi surgindo, mesmo ao lado da aparição, o aceno do
pano vermelho do meu avô. Fiquei indeciso, barafundido. Então,
lentamente, tirei a camisa e agitei-a nos ares. E vi: o vermelho do
pano dele se branqueando, em desmaio de cor. Meus olhos se
neblinaram até que se poentaram as visões.
Enquanto remava um demorado regresso, me vinham à
lembrança as velhas palavras de meu velho avô: a água e o tempo
são irmãos gêmeos, nascidos do mesmo ventre. E eu acabava de
descobrir em mim um rio que não haveria nunca de morrer. A
esse rio volto agora a conduzir meu filho, lhe ensinando
vislumbrar os brancos panos da outra margem.

Atividade Avaliativa:

Interação entre professor e alunos.
Leitura individual a ser feita pelos alunos, para discussão do texto
na aula seguinte.



 1ª Semana (01 a 05 de fevereiro) 


 Atividade 

   Neste primeiro momento de contato, desejo estabelecer com todos os alunos da turma, uma interação de apresentação, para que nos conheçamos melhor e possamos elencar as características principais da nossa disciplina o porquê de estudarmos a língua que falamos. 
   Para além disso, trocaremos alguns informativos de como acontecerão as aulas remotas do primeiro semestre letivo.
   Após essa etapa, indico a leitura de um pequeno poema, disponível abaixo:

Dos nossos medos
Dos nossos medos
nascem as nossas coragens,
e em nossas dúvidas,
vivem as nossas certezas.
Os sonhos anunciam
outra realidade possível,
e os delírios outra razão.
Nos descaminhos
esperam-nos surpresas,
porque é preciso perder-se
para voltar a encontrar-se.
Eduardo Galeano

   O que vocês acharam desse curto poema que apresentei na aula de hoje? Aprendemos a perceber, conforme o poeta Eduardo Galeano, que a coragem vem do medo e das dúvidas as certezas. Precisamos nos encontrar nesse imenso carrossel que o novo tempo nos colocou. Quais são os seus sonhos para o ano que começa? Você já planejou o que deseja para esse novo tempo? Responda e compartilhe comigo.

 Atividade avaliativa 

Interação entre professor e alunos.
Produção textual dos alunos sobre o poema lido na aula.


 Apresentação do Professor